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Após quase 20 dias, trabalhadores da Caixa seguem em greve no Acre; categoria aguarda decisão do TST

Bancários da Caixa Econômica do Acre aderiram à greve nacional Reprodução/Google Maps/Ricardo Torres Trabalhadores da Caixa Econômica Federal seguem em gr...

Após quase 20 dias, trabalhadores da Caixa seguem em greve no Acre; categoria aguarda decisão do TST
Após quase 20 dias, trabalhadores da Caixa seguem em greve no Acre; categoria aguarda decisão do TST (Foto: Reprodução)

Bancários da Caixa Econômica do Acre aderiram à greve nacional Reprodução/Google Maps/Ricardo Torres Trabalhadores da Caixa Econômica Federal seguem em greve no Acre com 40% do efetivo da instituição. A categoria iniciou a paralisação em 11 de setembro, por tempo indeterminado, e ja dura quase 20 dias. Segundo o Sindicato dos Bancários do Acre, a Caixa é o único banco que continua em greve e 60% da categoria segue trabalhando. A entidade informou ainda que, nesta terça-feira (29), deve ser votada a liminar, em Brasília (DF), para decidir se a greve continua ou não. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Na última sexta-feira (25), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que pelo menos 60% dos funcionários da Caixa Econômica Federal permaneçam em atividade durante a greve, em cada agência, de forma presencial ou remota. Em caso de descumprimento, a entidade sindical estará sujeita a multa diária de R$ 100 mil. Funcionários da Caixa rejeitam proposta e greve continua; como ficam contas e benefícios? Em nota, a Caixa afirmou, na última quinta-feira (24), que manteve diálogo com os empregados e as entidades representativas durante as negociações e que apresentou diferentes propostas ao longo do processo. Segundo o banco, as ofertas incorporaram demandas dos trabalhadores, mas não foi possível chegar a um consenso. A Caixa disse que busca, com o processo no TST, uma solução institucional que garanta “segurança jurídica e previsibilidade” para as partes. O banco também afirmou que manterá o diálogo com os empregados e cumprirá as determinações da Justiça do Trabalho. LEIA MAIS: TST determina que ao menos 60% dos funcionários da Caixa trabalhem durante greve Trabalhadores dos Correios encerram greve no Acre e voltam ao trabalho nesta sexta (25) Caixa aciona TST contra greve após mediação terminar sem acordo; como ficam as contas e benefícios? A paralisação começou depois que os empregados rejeitaram a proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). A categoria reivindica reposição da inflação e aumento real de 0,6% nos salários, além de questionar mudanças relacionadas ao acordo coletivo e ao plano de saúde. Durante a greve, os clientes podem continuar usando canais digitais e remotos, como o aplicativo CAIXA, Internet Banking, WhatsApp Caixa e Caixa Tem. Também permanecem disponíveis caixas eletrônicos, Banco24Horas, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui. Correios Ainda na última sexta (25), após 14 dias de paralisação, os trabalhadores dos Correios decidiram encerrar a greve no Acre. A decisão foi tomada em assembleia na noite de quinta-feira (24), e os funcionários retornaram às atividades na sexta, conforme determinação do Tribunal Superior do Trabalho (TST). No julgamento, o TST considerou a greve não abusiva, determinou a compensação dos dias parados e estabeleceu reajuste salarial de 4,09% para os trabalhadores. A empresa havia pedido que a paralisação fosse considerada abusiva, mas o pedido foi rejeitado pelo tribunal. Trabalhadores dos Correios no Acre decidiram encerrar greve de 14 dias Arquivo/Sintect-Acre 🔍 Uma greve é considerada abusiva quando a Justiça entende que houve excesso no exercício do direito de paralisação ou que regras previstas para o movimento não foram respeitadas. No caso dos Correios, o TST não classificou a greve dessa forma. Em nota enviada ao g1, o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Acre (Sintect-AC) afirmou que a decisão do TST trouxe mudanças que, segundo a entidade, afetam direitos dos trabalhadores, como plano de saúde, férias, vale-alimentação extra e repouso remunerado. Na manifestação divulgada após o julgamento, o Sintect-AC afirmou que a greve ocorreu após um processo de negociação em que, segundo a avaliação da categoria, as reivindicações dos trabalhadores não foram atendidas de forma suficiente. O sindicato também afirmou que o movimento teve como objetivo defender direitos trabalhistas e questionar o processo de reestruturação dos Correios. Segundo a entidade, a reestruturação apresentada pela direção envolve mudanças na rede de atendimento e fechamento de unidades. O Sintect-AC defendeu que essas mudanças sejam discutidas com transparência e com participação dos trabalhadores visto que, segundo o sindicato, também envolve a redução de funções, e com isso, baixa salarial, além de exigirem alterações nas condições de trabalho. Correios acumulam prejuízo de R$ 5,5 bilhões no primeiro semestre Reveja os telejornais do Acre

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