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Ao comentar crise no STF, Caiado promete indicar só mulheres à Corte se eleito

Ao comentar crise no STF, Caiado promete indicar só mulheres à Corte se eleito O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) esteve na feira ...

Ao comentar crise no STF, Caiado promete indicar só mulheres à Corte se eleito
Ao comentar crise no STF, Caiado promete indicar só mulheres à Corte se eleito (Foto: Reprodução)

Ao comentar crise no STF, Caiado promete indicar só mulheres à Corte se eleito O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) esteve na feira livre do Graravelo, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Durante a entrevista à imprensa, o candidato afirmou que pretende indicar mulheres para eventuais vagas no Supremo Tribunal Federal (STF), durante um possível mandato. Caiado falou sobre a indicação de mulheres para o Supremo ao ser questionado sobre a crise desencadeada após relatórios da Polícia Federal que indicam susposto envolvimento de autoridades com o Banco Master e as empresas ligadas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro (veja acima). “Eu terei ali a possibilidade de indicar quatro vagas do Supremo. As quatro serão indicadas por mim, serão mulheres que estarão assumindo o Supremo Tribunal Federal”, disse, mas sem citar quais nomes seriam indicados se eleito em outubro. A visita aconteceu na manhã deste domingo (6). Caiado chegou às 9h em frente ao Terminal do Graravelo, por onde começou a visita na feira. Durante a visita, o candidato esteve acompanhado pela candidata ao Senado Gracinha Caiado e pelo candidato ao governo de Goiás Daniel Vilela. Ronaldo Caiado conversou e tirou fotos com populares e feirantes. O candidato se encontrou com Daniel Vilela no meio do trajeto na feira, de onde seguiram juntos. Em seguida, os candidatos seguiram para o canteiro central da Avenida Tropical, onde falaram com a imprensa. Caiado visita feira em Aparecida de Goiânia durante agenda de campanha Tatiane Barbosa/g1Goiás LEIA TAMBÉM: Caiado defende renúncia de Alexandre de Moraes para evitar insurgências contra o STF: 'Coloca em risco esta ordem democrática' Perdido na crise do STF? Entenda em 10 pontos por que esta foi uma das semanas mais turbulentas da política em 2026 Ronaldo Caiado declara R$ 52,5 milhões em bens; Kassab informa R$ 21 milhões Proposta de mudanças no STF Caiado disse que, se eleito, pretende propor mudanças nas regras para ministros do STF. Entre elas, defendeu idade mínima de 60 anos para assumir o cargo e restrições após a saída da Corte, como períodos sem exercer a profissão ou disputar eleições. Ainda em resposta ao questionamento sobre a crise envolvendo o STF, o candidato criticou a atuação do ministro Alexandre de Moraes e afirmou que a Corte precisa recuperar a credibilidade perante a população. Segundo Caiado, diante das informações que vieram a público, Moraes não deveria continuar participando de julgamentos e tomando decisões no Supremo. “É inaceitável, é inadmissível, com tudo aquilo que veio à tona, ainda o ministro Alexandre de Moraes continuar ali dando decisões, julgando processos”, afirmou. Entenda a crise no Supremo Uma investigação sobre supostas fraudes financeiras envolvendo o extinto Banco Master e as empresas ligadas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro causou uma crise que atingiu o Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR), a Polícia Federal (PF), o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto na última semana. A crise começou após a Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, encontrar conteúdos no celular do empresário que acabou levando a investigação para dentro das principais instituições do sistema de Justiça. O ponto de virada ocorreu na terça-feira (1º), quando o ministro André Mendonça retirou o sigilo de relatórios produzidos, a seu pedido, pela Polícia Federal. Os documentos tinham mensagens e informações que citavam autoridades de diferentes órgãos, entre elas o ministro Alexandre de Moraes, integrante do STF, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Parte dos relatórios divulgados pela PF mostrava um troca de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro e aponta uma relação de proximidade entre eles à época dos fatos investigados. Segundo a PF, as mensagens incluem conversas sobre operações policiais e pedidos de encontros. A crise teve uma reviravolta nos dias seguintes à divulgação dos relatórios, quando Moraes levantou questionamentos sobre determinadas diligências autorizadas por Mendonça e sobre a postura dele em negociações de acordos de colaboração no âmbito dos casos Master e do INSS. Moraes pediu, portanto, a abertura de uma investigação sobre a atuação de Mendonça. Para embasar o pedido, o ministro citou relatórios de inteligência da PF, segundo ele, com indícios de assimetria na condução de investigações e possível direcionamento de apurações. Entretanto, os documentos trazem uma ressalva importante: não têm caráter probatório e não podem ser usados como prova judicial. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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