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Protetores de animais fazem ato em Campinas contra maus-tratos do cão Orelha, morto em Florianópolis

Protetores de animais fazem ato em Campinas contra maus-tratos do cão Orelha, morto em Florianópolis Vaner Santos/EPTV Manifestantes se reuniram na Lagoa do T...

Protetores de animais fazem ato em Campinas contra maus-tratos do cão Orelha, morto em Florianópolis
Protetores de animais fazem ato em Campinas contra maus-tratos do cão Orelha, morto em Florianópolis (Foto: Reprodução)

Protetores de animais fazem ato em Campinas contra maus-tratos do cão Orelha, morto em Florianópolis Vaner Santos/EPTV Manifestantes se reuniram na Lagoa do Taquaral na manhã deste domingo (1º), em Campinas (SP), em protesto contra casos de maus-tratos a animais. Durante o ato, participantes pediram justiça pelo cão Orelha, animal comunitário que foi espancado e teve de ser submetido a uma eutanásia em Florianópolis (SC) - entenda abaixo. O protesto reuniu ONGs e protetores com faixas e diversos animais. Eles realizaram uma caminhada entre os portões 1 e 2 do Taquaral por volta de 9h30 e se dispersaram ainda pela manhã. Além do ato com caminhada, o Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Campinas elaborou um documento, assinado pelo manifestantes, que pede "fiscalização rigorosa" e que será entregue à prefeitura. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias da região de Campinas em tempo real e de graça Protetores de animais fazem ato em Campinas contra maus-tratos do cão Orelha, morto em Florianópolis Vaner Santos/EPTV O que aconteceu com o cão Orelha? Orelha morreu após ser agredido em 4 de janeiro. Ele era um cão comunitário que recebia cuidados de vários moradores na Praia Brava, bairro turístico e nobre de Florianópolis. O animal foi encontrado agonizando por pessoas que estavam no local. A Polícia Civil inicialmente investigava um grupo de quatro adolescentes suspeitos de ter agredido o cachorro. Na sexta-feira (30), um deles foi descartado da autoria após o inquérito concluir que ele não tinha envolvimento com os maus-tratos ao animal, que conforme o laudo pericial foi atingido na cabeça com um objeto contundente. ➡️ Os nomes, idades e localização dos suspeitos de atacar Orelha não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo pessoas abaixo de 18 anos. O que é analisado agora? Fantástico mostra o que se sabe sobre morte do cão Orelha e assassinato de corretora em Go A Polícia Civil analisa quase mil horas de gravações feitas por câmeras de segurança na região da Praia Brava no período das agressões. Um dos desafios da investigação é a ausência de imagens do momento do espancamento. Conforme a polícia, registros de outros episódios na mesma região e período, que também teriam sido causados por adolescentes, ajudam na investigação. Infográfico - morte do cão Orelha Arte g1 VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região na página do g1 Campinas

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