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Prédio onde corretora foi morta em Caldas Novas tem apartamentos residenciais, e só moradores têm livre acesso ao subsolo

Prédio onde corretora foi morta tem apartamentos residenciais e só donos acessam o subsolo O prédio onde a corretora Daiane Alves Sousa foi morta em Caldas N...

Prédio onde corretora foi morta em Caldas Novas tem apartamentos residenciais, e só moradores têm livre acesso ao subsolo
Prédio onde corretora foi morta em Caldas Novas tem apartamentos residenciais, e só moradores têm livre acesso ao subsolo (Foto: Reprodução)

Prédio onde corretora foi morta tem apartamentos residenciais e só donos acessam o subsolo O prédio onde a corretora Daiane Alves Sousa foi morta em Caldas Novas tem apartamentos residenciais, mas somente os moradores têm livre acesso ao subsolo, explicou Nilze Alves, mãe da corretora. Ela explicou que quem aluga precisa que alguém da portaria libere o portão de entrada. Daiane foi morta após ir ao subsolo do prédio. O síndico foi preso e confessou o crime para a polícia. “No subsolo, pode entrar pessoa que aluga por temporada, mas se tiver espaço, porque lá é bem restrito e o pessoal da portaria tem que abrir o portão eletrônico. Então, é uma coisa mais rara alguém, um hóspede colocar seu carro lá, mas não é proibido”, explicou. Daiane e a família possuem seis apartamentos, a corretora morava em um deles e alugava por temporada os demais. A polícia realizou novas perícias no prédio, incluindo disparos de arma de fogo, em simulação para esclarecer a dinâmica dos fatos, informou o delegado da Polícia Civil André Barbosa à TV Anhanguera. O delegado esclareceu ainda que a perícia não foi concluída e, por isso, ainda não se sabe como a corretora foi morta e se houve de fato disparos de arma de fogo. Em nota enviada ao g1 na quinta-feira (29), a defesa de Cleber Rosa e de Maicon Douglas afirmou que os fatos ainda estão sendo apurados e que há um compromisso do síndico em contribuir com as autoridades. A defesa afirmou ainda que não há qualquer envolvimento do filho na morte de Daiane (confira a nota completa ao final da reportagem). Síndico é preso suspeito de homicídio Após mais de 40 dias do desaparecimento da corretora, o síndico do prédio Cléber e o filho dele, Maykon Douglas, foram presos pela Polícia Civil. O delegado Pedromar Augusto de Souza informou que o síndico foi preso em investigação do crime de homicídio. O síndico Cleber Rosa de Oliveira e o filho, o analista de sistemas Maicon Douglas Souza de Oliveira, foram presos na madrugada de quarta-feira (28), em Caldas Novas Wildes Barbosa/ O Popular O síndico e o filho passaram por audiência de custódia, na quinta-feira (31), e tiveram a prisão mantida pela Justiça. Já o porteiro do prédio foi conduzido para a delegacia para prestar esclarecimentos sobre o crime. O nome do porteiro não foi divulgado e, por isso, o g1 não obteve contato com a defesa. Corretora fica desaparecida por mais de um mês A corretora desapareceu no dia 17 de dezembro, após ir ao subsolo do prédio para restabelecer a energia do apartamento dela. Enquanto ia até o subsolo, a corretora gravou vídeos para mostrar o apartamento sem energia elétrica, enviou-os para uma amiga e disse que iria religar o padrão de energia. A mãe da corretora, Nilze Alves, tinha combinado com a filha que iria para Caldas Novas no dia seguinte ao desaparecimento para conversarem sobre as locações para o Natal e para a virada de ano. Mas, Nilze não encontrou a filha ao chegar no apartamento. Cléber Rosa de Oliveria, síndico do prédio onde Daiane Alves de Souza morava foi preso temporariamente suspeito de homicídio e ocultação de cadáver, segundo a Polícia Civil. Fábio Lima/O Popular LEIA TAMBÉM: Síndico e filho presos por morte de corretora são mantidos presos após audiência de custódia, diz MP Corpo de corretora que estava desaparecida em Caldas Novas é encontrado em área de mata, diz delegado Corretora assassinada: Síndico confessou crime e levou polícia ao local onde corpo foi deixado Perícia em local onde corretora foi morta por síndico inclui disparos de arma de fogo, diz delegado A mãe de Daiane relatou que a filha deixou a porta do apartamento aberta, mas a porta foi encontrada trancada. No mesmo dia, a família registrou um boletim de ocorrência. Segundo Nilze, a filha tinha desavenças com pessoas do prédio. “Tivemos no ano de 2025 muitos problemas que geraram processos contra o condomínio do prédio onde moramos. Processos que tramitam na Justiça de Caldas”, disse. Síndico denunciado O síndico Cleber Rosa foi denunciado pelo Ministério Público, no dia 19 de janeiro, pelo crime de perseguição reiterada, conhecido como stalking, praticado contra a corretora. A ação já estava em andamento antes do desaparecimento de Daiane. Segundo o MP, de fevereiro a novembro de 2025, Cléber praticou uma série de ações, incluindo agressões físicas e verbais. O promotor Christiano Menezes da Silva Caires relatou que síndico fez ameaças à integridade física e psicológica de Daiane por monitoramento constante e perturbação das suas atividades profissionais e pessoais, atingindo a sua liberdade e privacidade. No mesmo dia, a corretora também foi denunciada pelo MP, mas pelo crime de invasão de domicílio, após ter entrado sem autorização na sala administrativa do síndico. A defesa de Daiane refuta a alegação, dizendo que "a acusação apresentada pelo síndico é infundada e omite a realidade dos fatos". Nota da defesa "O escritório Nestor Távora e Laudelina Inácio Advocacia Associada, representando os interesses do Sr. Cleber Rosa de Oliveira, vem informar que os fatos ocorridos em Caldas Novas/GO ainda estão sendo apurados, e o compromisso do Sr. Cléber em contribuir com as autoridades públicas. Ressalte-se que o Sr. Cleber ainda não foi ouvido pelo delegado responsável e aguarda a realização da audiência de custódia. Além disso, a defesa salienta que não há qualquer envolvimento do filho Maicon Douglas de Oliveira na morte da Sra. Daiane Alves de Souza". 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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