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Macaé lidera a produção de milho no Estado do Rio e impulsiona economia rural

Macaé se consolida como o principal produtor de milho do Estado do Rio de Janeiro Marcio Borges - Comunicação O município de Macaé consolidou sua posição...

Macaé lidera a produção de milho no Estado do Rio e impulsiona economia rural
Macaé lidera a produção de milho no Estado do Rio e impulsiona economia rural (Foto: Reprodução)

Macaé se consolida como o principal produtor de milho do Estado do Rio de Janeiro Marcio Borges - Comunicação O município de Macaé consolidou sua posição como o principal produtor de milho do Estado do Rio de Janeiro, reafirmando sua relevância para a agricultura fluminense e para o desenvolvimento da economia rural. O grão ganha ainda mais evidência comercial neste período de festividades juninas e julinas, funcionando como o principal insumo para os tradicionais arraias, além de abastecer feiras e mercados, assegurando a rentabilidade de centenas de produtores locais. Segundo dados oficiais da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro (Emater-Rio), o cultivo do milho engaja cerca de 600 agricultores e movimenta aproximadamente R$ 6,8 milhões por ano em território fluminense. A colheita total do estado é estimada em 4,8 mil toneladas, distribuídas por uma área plantada superior a 1,1 mil hectares. Liderada por Macaé, a Região Norte Fluminense é responsável por 54% de toda a produção de milho do estado Marcio Borges - Comunicação Dentro do segmento de grãos, a cultura do milho lidera tanto em extensão territorial de plantio quanto em faturamento no estado. A Região Norte Fluminense concentra 54% de toda a produção estadual, tendo Macaé na vanguarda do setor, enquanto o município de Varre-Sai, no Noroeste Fluminense, detém a vice-liderança com cerca de 24% da área cultivada. A forte demanda sazonal gerada pelas festas típicas impulsiona o escoamento da produção agrícola desenvolvida ao longo do ano. O grão serve de base para pratos tradicionais da culinária regional, como pamonha, canjica, curau e bolos, o que acelera as vendas diretas em feiras livres e eventos populares. Essa valorização do produto fluminense durante a temporada de festejos juninos e julinos fortalece a cadeia produtiva, estimula o comércio nos distritos e amplia os canais de comercialização para os pequenos e médios agricultores.

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