cover
Tocando Agora:

Visitantes

3 Online
676912 Visitas

A Rádio de todos os tempos

Justiça libera cremação dos corpos das colombianas mortas em queda de helicóptero

Família de colombianas mortas aguarda liberação dos corpos A Justiça do Rio de Janeiro liberou a cremação dos corpos das 3 colombianas que morreram em um ...

Justiça libera cremação dos corpos das colombianas mortas em queda de helicóptero
Justiça libera cremação dos corpos das colombianas mortas em queda de helicóptero (Foto: Reprodução)

Família de colombianas mortas aguarda liberação dos corpos A Justiça do Rio de Janeiro liberou a cremação dos corpos das 3 colombianas que morreram em um acidente de helicóptero na semana passada na região da Vista Chinesa, no Parque Nacional da Tijuca. Até a última atualização desta reportagem, o procedimento ainda não havia sido marcado. Os corpos de Rocio Cubillos, de 59 anos, a filha dela, Wendy Manrique, de 37 anos, e Sofia Murillo, de 17 anos — reconhecidos no Instituto Médico-Legal (IML) por meio de exames odontológicos e antropológicos —, foram velados no último domingo (16) no Cemitério e Crematório da Penitência, no Caju, na Zona Norte do Rio, mas acabaram levados de volta ao laboratório, à espera da liberação. O acidente aconteceu no dia 8. O piloto Alessandro Rocha também não sobreviveu. Ele já havia sido identificado e liberado anteriormente. Duas fotos mostram as três mulheres instantes antes da decolagem. Os registros foram feitos no Aeroporto de Jacarepaguá. A investigação sobre o acidente está em andamento na 19ª DP (Tijuca), e outras diligências são realizadas para esclarecer as causas da queda da aeronave. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Sofia, de 17 anos, e a avó, Rocio, de 59 anos, instantes antes da queda da aeronave Reprodução/TV Globo Em outra imagem, Wendy Manrique, de 37 anos, aparece sorrindo Reprodução/TV Globo A queda do helicóptero O helicóptero havia decolado do Aeroporto de Jacarepaguá por volta das 11h do dia 8 para realizar um voo panorâmico sobre pontos turísticos, incluindo o Cristo Redentor. A aeronave caiu em uma área de mata fechada da Floresta da Tijuca, próxima à Vista Chinesa, e pegou fogo após a queda. As 4 vítimas morreram no local. As colombianas estavam no Rio acompanhadas de outros 3 familiares e haviam contratado o passeio com a empresa Voo Rio Panorâmico (VRP). Segundo familiares, o grupo seria dividido em 2 voos. Rocio, Wendy e Sofia embarcaram no 1º, enquanto os demais parentes aguardariam o retorno da aeronave para fazer o 2º passeio. A família recebeu a notícia do acidente antes que o restante do grupo embarcasse. A família Manrique: as vítimas são Sofía (C, de óculos), Wendy (D, de óculos escuros), e Rocío (atrás delas). Ficaram no hangar Laura (E), Victor e Daniela (ao fundo) Arquivo pessoal Empresa suspensa A VRP foi uma das 4 empresas suspensas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na última segunda-feira (18). Também não podem mais voar a Broad Fly, a Nobre Turismo e a Mr. Top Fly. A Anac diz ter encontrado falhas, como possíveis fraudes nos registros de diários de bordo, omitindo minutos de voos panorâmicos, além de problemas no gerenciamento operacional das empresas e de manutenção das aeronaves. Segundo a agência, 12 empresas têm autorização para voos turísticos no Rio. Dessas, 9 empresas fiscalizadas (outras 3 ainda serão) e 4 tiveram a autorização suspensa. Entre as aeronaves, de 18 fiscalizadas, 9 foram suspensas. “Esse é um número preocupante e altíssimo. Essas ações serão frequentes até que todas as empresas sejam fiscalizadas”, disse Thiago Chagas, diretor-presidente da Anac. Veja detalhes do helicóptero Robinson R44 que caiu no Rio de Janeiro (RJ). Arte/g1 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.

Fale Conosco