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Imagens de circuito interno mostram saques suspeitos dentro do Tribunal de Contas do MT

Presidente do TCE-MT é preso em operação da PF A Polícia Federal (PF) afirma que o presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Sergio Ricardo ...

Imagens de circuito interno mostram saques suspeitos dentro do Tribunal de Contas do MT
Imagens de circuito interno mostram saques suspeitos dentro do Tribunal de Contas do MT (Foto: Reprodução)

Presidente do TCE-MT é preso em operação da PF A Polícia Federal (PF) afirma que o presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Sergio Ricardo de Almeida, preso nesta quinta-feira (29) em operação da corporação, é suspeito de receber ilegalmente dinheiro de um esquema de desvios de recursos do tribunal. Segundo a PF, as movimentações financeiras ilegais duraram quase um ano. “As movimentações teriam ocorrido ao longo de mais de dez meses. Durante a investigação, foram identificados indícios de que autoridades do Tribunal, entre elas o próprio presidente, o consultor jurídico e outros conselheiros, estariam se locupletando de valores milionários provenientes da instituição”, disse a PF. Sérgio Ricardo, presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso Reprodução Na investigação, a PF teve acesso a imagens de circuito interno, analisadas em conjunto com dados bancários. Segundo os investigadores, essas imagens “registraram saques recorrentes de numerário por servidores e apontaram coincidências temporais entre determinados créditos e retiradas realizadas em posto de atendimento bancário localizado nas dependências da instituição”. Almeida foi preso nesta quinta O presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo de Almeida, foi preso nesta quinta-feira (29) durante uma operação da Polícia Federal que investiga suspeitas de irregularidades em contratos públicos e pagamentos a servidores da instituição. O procurador do TCE-MT, Grhegory Paiva Pires, também foi preso. Batizada de Operação Tomada de Contas, a operação deflagrada nesta quinta-feira (29) mobilizou mais de 180 policiais federais e cumpriu seis mandados de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. As medidas foram autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Além das prisões e buscas, a operação incluiu medidas para acessar informações protegidas por sigilo e bloquear bens relacionados à investigação.

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