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Depois de nova operação da PF, cúpula do PL avalia que candidatura de Cláudio Castro ao Senado naufragou de vez

Cláudio Castro é alvo de operação da PF contra aportes de R$3 bilhões em fundos do Banco M Depois da nova fase da "Operação Compliance Zero", tendo como ...

Depois de nova operação da PF, cúpula do PL avalia que candidatura de Cláudio Castro ao Senado naufragou de vez
Depois de nova operação da PF, cúpula do PL avalia que candidatura de Cláudio Castro ao Senado naufragou de vez (Foto: Reprodução)

Cláudio Castro é alvo de operação da PF contra aportes de R$3 bilhões em fundos do Banco M Depois da nova fase da "Operação Compliance Zero", tendo como alvo o ex-governador do Rio, a cúpula do PL avalia que a candidatura de Cláudio Castro ao Senado naufragou de vez. Oficialmente, o partido ainda não vai dar como morta a candidatura, mas nos bastidores o entendimento é que ele mesmo precisa entender que não há mais chances de ele sair candidato ao Senado. Na operação desta terça-feira (26) da PF, foi revelado que o governo do Rio, por meio de seus órgãos como o RioPrevidência, investiu R$ 3 bilhões no Banco Master. Antes, a informação era de um investimento de cerca de R$ 1 bilhão. "Essa revelação complica ainda mais a vida do Cláudio Castro. Passa a imagem de que ele estava numa operação de socorro de Daniel Vorcaro, a pessoa mais tóxica para o mundo político atualmente", comentou um líder do PL com o blog. Ex-governador Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em nova operação do caso Master Reprodução Substituto A definição do substituto de Cláudio Castro caberá ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que tem um forte apoio no Rio de Janeiro, sua base eleitoral. Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, chegou a falar na possibilidade de lançar sua mãe, mas seu pai não vai concordar com essa possibilidade. Além da operação de desta terça, Cláudio Castro enfrenta dificuldades praticamente intransponíveis no Judiciário. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já declarou sua inelegibilidade, mas o ex-governador estava disposto a concorrer sub judice, recorrendo da decisão no próprio TSE e, depois, no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ministros do STF, é uma questão de tempo o ex-governador ter confirmada a sua inelegibilidade.

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