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Campanha de vacinação contra a gripe termina neste sábado sem bater meta

Terminou neste sábado a Campanha Nacional de vacinação contra a gripe Terminou hoje a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe e o país não consegui...

Campanha de vacinação contra a gripe termina neste sábado sem bater meta
Campanha de vacinação contra a gripe termina neste sábado sem bater meta (Foto: Reprodução)

Terminou neste sábado a Campanha Nacional de vacinação contra a gripe Terminou hoje a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe e o país não conseguiu atingir a meta de cobertura do grupo prioritário pelo sexto ano seguido. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia No último dia da campanha nacional, Belo Horizonte abriu 19 postos de saúde. O público-alvo é formado por crianças com menos de seis anos, idosos e gestantes. "A nossa cobertura vacinal atualmente está em torno de 47%, ainda distante do que a gente considera ideal, que é acima de 90%", diz Tatiani Fereguetti, diretora de Promoção à Saúde e Vigilância Epidemiológica de Belo Horizonte. Essa situação se repete pelo Brasil. Até agora, a cobertura vacinal do grupo prioritário chegou a 38% e, desde 2021, o país não atinge a meta ao fim da campanha. "É bem no momento emque a gente tem uma intensificação muito grande da desinformação relacionada à vacinação. O Ministério da Saúde já está finalizando o segundo mês da vacinação contra a gripe. As vacinas ainda estão disponíveis nos postos. Mesmo durante o mês de junho a vacinação vai continuar e a gente ainda tem a oportunidade de melhorar esses indicadores", diz Eder Gatti, diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. A baixa adesão à vacina acontece no momento em que vem aumentando os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave no país. O último relatório da Fiocruz apontou alta no número de infecções em pessoas de todas as idades. Segundo o boletim InfoGripe, todos os estados, menos Rondônia, estão em nível de alerta, risco ou alto risco . "Síndrome Respiratória Aguda Grave leva os pacientes à internação e, principalmente, os grupos mais vulneráveis. Essas pessoas têm o risco de adoecer, necessitar de tratamento, em unidades de terapia intensiva e, com muita frequência, evoluem para óbito", diz o infectologista Carlos Starling. E a esperança é ver o Zé Gotinha agradecendo cada vez mais pela atitude de quem se previne. A aposentada Silvane Mansur é uma das que não deixa de se vacinar: "Ela faz um efeito bom pra mim então eu recomendo e tento tomar sempre que eu posso". A pequena Antonela Costa Inacio, de 4 anos, também entende a importância do gesto: "Porque é bem pra saúde", diz. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional

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