Acusado de matar namorada com tiro de espingarda é condenado a seis anos em regime semiaberto, na ParaÃba
Acusado de matar namorada com tiro de espingarda é condenado a seis anos em regime semiaberto, na ParaÃba Reprodução / TV Cabo Branco Yuri Ramos Coutinho NÃ...
Acusado de matar namorada com tiro de espingarda é condenado a seis anos em regime semiaberto, na ParaÃba Reprodução / TV Cabo Branco Yuri Ramos Coutinho Nóbrega, acusado de matar a namorada Luanna Alverga Ramalho Barbosa com um tiro de espingarda, foi condenado a seis anos de prisão em regime semiaberto pelo júri popular realizado pela Justiça da ParaÃba, nesta quinta-feira (11), no Fórum Criminal de João Pessoa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp O julgamento se iniciou durante a manhã e se estendeu por quase 10 horas, e já durante a noite, após deliberação do conselho do júri, a sentença foi lida pela juÃza Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão e os crimes atribuÃdos foram homicÃdio doloso simples, com dolo eventual. A condenação a seis anos em regime semiaberto, conforme a Justiça, atende a algumas atenuantes estabelecidas, como: ele ser menor de idade na época do crime e ele ter confessado o assassinato. Essas atenuantes diminuÃram a pena inicial estipulada em oito anos. Na sentença, também foi citada pela juÃza que a forma de cumprimento da prisão em regime semiaberto deve acontecer com o encaminhamento do condenado para um dos presÃdios de João Pessoa ou o estabelecimento de outros critérios de cumprimento de pena por outro juÃz da Vara de Execuções Penais. Yuri foi denunciado pela 3ª Vara Metropolitana do Tribunal do Júri e responde pelo crime ocorrido em 23 de julho de 2017. O caso é analisado por júri popular em João Pessoa, procedimento em que cidadãos decidem sobre a materialidade e a autoria do crime. Yuri Ramos já estava respondendo ao processo em liberdade. Segundo os autos do processo, o disparo ocorreu por volta das 16h, dentro da residência do tio do réu, Ricardo Sérgio Coutinho Nóbrega, no CondomÃnio Arruda Câmara, no bairro do Róger, em João Pessoa. A denúncia aponta que Yuri Ramos efetuou um disparo de espingarda calibre 20, arma que pertencia ao tio. Em depoimentos à polÃcia e em juÃzo, o réu admitiu ter feito o disparo, mas afirmou que o tiro foi acidental e que não teve intenção de matar. Relembre o caso Luanna Alverga foi morta com tiro de espingarda; namorado é o suspeito Reprodução/TV Cabo Branco Luanna Alverga Ramalho Barbosa, de 20 anos, morreu após ser atingida na cabeça por um tiro de espingarda durante uma festa de aniversário realizada na casa do namorado, no bairro do Róger, em João Pessoa. No mesmo dia, Yuri se apresentou à PolÃcia Civil, admitiu ter efetuado o disparo, mas afirmou que o tiro foi acidental e que acreditava que a espingarda calibre 22 estava sem munição. Ele relatou que a arma pertencia ao tio e estava guardada em um quarto da casa. Após a investigação inicial, o Ministério Público apresentou denúncia contra Yuri na segunda-feira (7), acusando-o de matar a namorada. Na denúncia, o MP também pediu a manutenção da prisão preventiva, em vigor desde o dia 24, um dia após o crime. De acordo com a denúncia, o tiro foi disparado dentro da residência, durante a festa. O promotor solicitou a inclusão dos laudos periciais, como o exame no corpo da vÃtima, o toxicológico e a reconstituição. Um laudo da CriminalÃstica concluiu que o disparo não foi acidental do ponto de vista pericial. A perÃcia apontou que o gatilho foi acionado e que a distância entre o cano da arma e a cabeça da vÃtima era de cerca de 50 centÃmetros, considerada curta distância. JPB2JP: Laudo afirma: tiro do caso Luanna não foi acidental VÃdeos mais assistidos do g1 ParaÃba