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15 anos de g1 Goiás: como levamos Goiás para o Brasil e o mundo

15 anos de g1 Goiás: Como levamos Goiás para o Brasil e o mundo Quando o g1 Goiás entrou no ar, em 2011, o estado já era conhecido nacionalmente pela músic...

15 anos de g1 Goiás: como levamos Goiás para o Brasil e o mundo
15 anos de g1 Goiás: como levamos Goiás para o Brasil e o mundo (Foto: Reprodução)

15 anos de g1 Goiás: Como levamos Goiás para o Brasil e o mundo Quando o g1 Goiás entrou no ar, em 2011, o estado já era conhecido nacionalmente pela música sertaneja, pelas romarias e pelas águas quentes. Nos 15 anos seguintes, a cobertura ajudou a revelar um Goiás ainda mais diverso, com reportagens que apresentaram destinos turísticos, tradições religiosas, sabores típicos, histórias inspiradoras e personagens que ampliaram a forma como o estado passou a ser visto no Brasil e no mundo. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Da Chapada dos Veadeiros às estâncias hidrotermais, dos palcos sertanejos às romarias, das receitas tradicionais às trajetórias de goianos que romperam barreiras, o g1 acompanhou transformações, valorizou a identidade do estado e mostrou diferentes histórias que ajudaram a projetar Goiás muito além dos estereótipos. Da Chapada dos Veadeiros às histórias de superação e aos sabores típicos, reportagens do g1 ajudaram a mostrar diferentes faces de Goiás ao longo dos últimos 15 anos Bárbara França/g1 Goiás | | Reprodução/TV Anhaguera Um novo olhar para a Chapada dos Veadeiros Fábio Castro, atualmente repórter de rede da TV Anhanguera e Elisângela Moreira, hoje gerente do conteúdo digital do g1 Goiás, na Chapada dos Veadeiros Arquivo Pessoal/Elisângela Moreira Nos primeiros anos do portal, as reportagens sobre a Chapada dos Veadeiros eram voltadas principalmente a serviços. Guias ensinavam como chegar, onde ficar e quais cachoeiras visitar, reunindo informações para quem pesquisava o destino na internet. Um dos primeiros especiais publicados pelo g1, em 2015, nasceu justamente dessa necessidade. Autor da reportagem, o editor-chefe do g1 Goiás Vitor Santana lembra que a proposta era responder às principais dúvidas dos leitores, mas também apresentar uma região muito mais diversa do que aquela que ocupava o imaginário popular. Na época, segundo ele, a Chapada ainda era frequentemente associada ao misticismo, aos cristais e até a histórias sobre extraterrestres. O acesso era mais difícil, havia menos opções de hospedagem e o perfil dos visitantes era diferente do atual. "A cobertura que se faz sobre a Chapada tem um papel muito importante, até mesmo fundamental, para uma transformação e uma evolução da Chapada dos Veadeiros. Ela aumenta o interesse turístico, atrai investimentos, melhora a infraestrutura pública, como rodovias e acesso à internet, e isso beneficia não apenas os turistas, mas também quem mora lá", afirma Vitor. O jornalista Vitor Santana durante uma cobertura na Chapada dos Veadeiros. Autor de um dos primeiros guias do g1 sobre a região, ele acompanhou de perto a evolução do turismo no destino Arquivo pessoal/Vitor Santana Chapada dos Veadeiros, GO: como chegar, quando ir e o que visitar Com o passar dos anos, a cobertura deixou de mostrar apenas as paisagens naturais e passou a revelar aspectos pouco conhecidos da região. Reportagens destacaram pesquisas científicas sobre o Cerrado, iniciativas de preservação ambiental, gastronomia local e o cotidiano das comunidades tradicionais, especialmente do território Kalunga, reconhecido como o maior quilombo do Brasil. Para a secretária de Turismo e Cultura de Cavalcante, Dominga Natália Moreira dos Santos Rosa, essa ampliação do olhar contribuiu para despertar o interesse dos visitantes por experiências que vão além das cachoeiras. Cachoeira Santa Bárbara, em Cavalcante, Goiás Divulgação/Prefeitura de Cavalcante "A divulgação é fundamental. Ela mostra o que a Chapada tem de diferente e faz com que as pessoas tenham interesse em conhecer essa realidade. Hoje recebemos muitos visitantes em busca do turismo de experiência, das vivências dentro do território Kalunga e da nossa cultura", afirma. Segundo ela, a procura por esse tipo de turismo cresceu nos últimos anos. Além das trilhas e das paisagens naturais, visitantes buscam conhecer tradições preservadas há mais de três séculos, como a produção de rapadura, a roça de toco, caminhadas pelas ervas medicinais do Cerrado, rodas de conversa com os mais velhos e manifestações culturais como a dança da Sussa e a Caçada da Rainha. Dominga Natália Moreira dos Santos Rosa, de 37 anos Yanca Cristina/g1 Goiás Cachoeiras de água cristalina e paisagens exuberantes: veja detalhes de rota turística dentro de comunidade quilombola Mais de 260 mil hectares e 39 comunidades: quilombo Kalunga celebra tombamento histórico pelo Iphan Para Vitor, um dos momentos que melhor representa a importância dessa cobertura aconteceu durante o incêndio que atingiu a Chapada dos Veadeiros em 2017, considerado o maior da história da unidade de conservação. Na época, as reportagens repercutiram nacionalmente, mobilizaram artistas, campanhas de arrecadação e voluntários para ajudar os brigadistas que combatiam as chamas. "Para mim, a importância da cobertura na região é deixar um legado para quem mora nessa área. Levar benefícios concretos para a população. Isso vai muito além do aspecto turístico", resume. Avião tenta combater incêndio na Chapada dos Veadeiros Divulgação/Corpo de Bombeiros de Goiás Voluntários fazem força-tarefa para combater incêndio no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros Leonardo DiCaprio posta foto do incêndio na Chapada dos Veadeiros: 'Devastador' O impacto das reportagens também chegou aos leitores. Foi por meio de uma reportagem do g1 que o administrador Gleidson Melo decidiu conhecer a Chapada dos Veadeiros. O que despertou seu interesse foi uma fotografia do Jardim de Maytrea, com balões coloridos sobrevoando a paisagem. "Lembro de ver aquela imagem e pensar que precisava conhecer aquele lugar. Fiz questão de incluir o Jardim de Maytrea no roteiro para ver, com meus próprios olhos, a paisagem que tinha visto na reportagem", conta. Gleidson Melo conheceu a Chapada dos Veadeiros após ver uma reportagem do g1 e incluiu o Jardim de Maytrea no roteiro da viagem Arquivo Pessoal/Gleidson Melo A viagem, no entanto, foi muito além da fotografia que motivou o passeio. Além das cachoeiras de águas cristalinas, Gleidson conheceu a Vila de São Jorge, Alto Paraíso, Cavalcante e comunidades Kalunga. "Foi uma viagem que superou todas as expectativas. Conheci muito mais coisas incríveis do que apenas aquele Jardim que tinha memorizado na reportagem." A experiência, segundo ele, mostrou uma Chapada muito mais diversa do que imaginava quando começou a planejar a viagem. Inspirado por uma reportagem do g1, Gleidson Melo viajou à Chapada dos Veadeiros e conheceu paisagens que marcaram o roteiro da primeira visita ao destino Arquivo pessoal/Gleidson Melo Águas quentes Lagoa Santa, em Goiás Divulgação/Hotel Thermas Lagoa Santa As águas termais se tornaram um dos principais cartões-postais de Goiás e também ganharam espaço nas páginas do g1. As reportagens explicaram o fenômeno geológico que faz a água brotar naturalmente aquecida, chegando a cerca de 60°C antes de alcançar a superfície, e mostraram por que o estado abriga a maior estância hidrotermal do mundo. Caldas Novas e Rio Quente estiveram entre os principais cenários dessa cobertura. O portal acompanhou o crescimento do turismo na região, apresentou atrações como o Hot Park e o Parque Estadual da Serra de Caldas e explicou como as características geológicas da serra tornam possível o aquecimento natural das águas subterrâneas. Águas termais em Goiás: conheça cidades goianas onde água nasce quente e pode chegar a 60 graus As reportagens também apresentaram outros destinos que ajudam a revelar a diversidade das águas termais em Goiás. Em Lagoa Santa, o destaque foi o lago de águas cristalinas e naturalmente aquecidas. Em Aragarças, as fontes termais dividem espaço com as paisagens do Rio Araguaia. Já em Cachoeira Dourada, o g1 contou como a descoberta acidental de águas quentes durante a perfuração de um poço impulsionou o desenvolvimento turístico da cidade. Jataí também entrou nesse roteiro. Além do turismo de aventura e dos atrativos naturais, a cidade passou a ser conhecida pelas piscinas abastecidas por fontes termais, ampliando as opções para quem busca lazer em meio ao Cerrado. Lagoa Santa: conheça a cidade de Goiás que é conhecida pelas águas termais e medicinais As reportagens revelaram um patrimônio natural que atrai milhões de visitantes todos os anos e reforçaram a importância das águas quentes para o turismo e para a identidade do estado. Thermas Água Santa, em Aragarças - Goiás Reprodução/TV Anhanguera Goianos que inspiram Adriana Maria Queiroz publicou o livro Dez passos para alcançar seus sonhos ex-faxineira que se tornou juíza Goiás Reprodução/Arquivo pessoal de Adriana Maria Queiroz Ex-faxineira que virou juíza lança livro sobre sua história: 'É possível concretizar os sonhos' Além de mostrar as riquezas naturais, culturais e gastronômicas de Goiás, o g1 também acompanhou trajetórias de goianos que se destacaram dentro e fora do país e inspiraram milhares de pessoas. Uma dessas histórias foi a da juíza Adriana Maria Queiroz. Ex-faxineira, ela enfrentou dificuldades financeiras para concluir a faculdade de direito, foi aprovada no concurso para a magistratura e transformou a própria trajetória em um livro. Na obra e nas entrevistas ao g1, compartilhou a mensagem de que a educação e a persistência podem abrir caminhos antes considerados impossíveis. Primeira brasileira a conquistar uma das bolsas mais prestigiadas do mundo quer ser inspiração: 'Mostrar que é possível' Outra personagem que emocionou os leitores foi Luiza Vilanova. Depois de crescer em Goiânia, a jovem conquistou a bolsa Rhodes, da Universidade de Oxford, tornando-se a primeira brasileira a receber uma das mais prestigiadas bolsas de estudos do mundo. Durante a entrevista ao g1, Luiza afirmou que desejava inspirar outros estudantes a acreditarem que esse caminho também é possível. Além da trajetória acadêmica, ela compartilhou o trabalho desenvolvido em projetos sociais voltados à educação, que já beneficiaram milhares de crianças brasileiras. Luiza Vilanova, estudante que conseguiu bolsa Rhodes na Universidade de Oxford Arquivo Pessoal/ Luiza Vilanova Histórias como essas mostraram que Goiás também é feito de pessoas que transformam realidades por meio da educação, do conhecimento e da dedicação. Goiás, um palco para diferentes sons Villa Mix Festival , em Goiânia, Goiás Divulgação/Alisson Demetrio Muito antes de as lives sertanejas baterem recordes de audiência durante a pandemia, Goiás já concentrava alguns dos maiores artistas e eventos do gênero. Ao longo dos últimos 15 anos, o g1 acompanhou essa transformação de perto e registrou como o estado deixou de ser reconhecido apenas como o berço da música sertaneja para se consolidar como o principal polo da indústria do gênero no país. Em 2014, um dos exemplos desse protagonismo foi a transmissão ao vivo do Villa Mix, realizada pelo g1 Goiás. Nascido em Goiânia, o festival reuniu fãs para apresentações de Jorge e Mateus, Gusttavo Lima, Luan Santana, Zezé Di Camargo e Luciano, Victor e Leo, Israel Novaes e Matheus e Kauan para espectadores de todo o Brasil. Em uma reportagem publicada em 2014, durante a cobertura do Villa Mix, o projetista do festival, Miguel Gomes, definiu Goiânia como "o berço do sertanejo". G1 Goiás transmite ao vivo o festival sertanejo Villa Mix, em Goiânia Na época, o Villa Mix já percorria diferentes estados, mas mantinha em Goiânia sua principal vitrine. O próprio organizador do evento definia a capital como "o berço do sertanejo", reforçando a importância que a cidade já exercia na produção musical brasileira. A cobertura do g1, porém, foi além dos grandes festivais. Ao longo dos anos, o portal acompanhou o surgimento de novos artistas, bastidores de gravações, histórias de compositores, produtores, empresários e profissionais que ajudaram a transformar Goiás em um dos maiores centros de produção musical do país. O produtor musical Anselmo Troncoso comentou a importância da cobertura da imprensa nesse processo: "A imprensa, seja local, regional ou nacional, contribuiu enormemente para o sucesso dos artistas. Ela ajudou a divulgar o trabalho de quem estava começando e também mostrou a estrutura que existe por trás da música sertaneja", considerou. Segundo ele, a cobertura também acompanhou a profissionalização do setor."Hoje Goiás é um centro de produção. Temos artistas, produtores, compositores, escritórios e uma cadeia inteira funcionando aqui. A cobertura deixou de mostrar apenas lançamentos e passou a revelar todo esse ecossistema." Ao documentar essa estrutura, o g1 também ajudou a ampliar a percepção sobre a música produzida no estado. O sertanejo deixou de ser associado apenas ao interior do país para ocupar espaço entre as principais produções da indústria fonográfica brasileira. Essa projeção ganhou alcance internacional durante a pandemia de Covid-19, quando as lives de artistas goianos bateram recordes de audiência e mobilizaram milhões de espectadores em diferentes países. Para Anselmo, no entanto, aquele fenômeno foi consequência de um trabalho construído ao longo de décadas. "As lives mostraram para o mundo uma estrutura que Goiás já tinha. Não foi algo que surgiu naquele momento. O estado já era uma potência da música sertaneja." Festival recebe mais de 30 shows nos dois teatros do Centro Cultural martim Cererê, em Goiânia, Goiás Marina Marques/Divulgação 25ª edição do Goiânia Noise reúne rock, indie, folk e MPB Embora o sertanejo tenha projetado Goiás como um dos principais polos da música brasileira, o g1 também acompanhou a força da cena independente do estado. Ao longo desses 15 anos, reportagens mostraram festivais que transformaram Goiânia em referência nacional para o rock e outros gêneros, como o Goiânia Noise e o Bananada, que reúnem artistas de diferentes regiões do país e movimentam a produção cultural local. Festival Bananada terá mais de 100 shows e passará por 12 locais de Goiânia; veja programação Criado em 1999, o Festival Bananada ajudou a consolidar Goiânia como um dos principais centros da música independente no Brasil. Já o Goiânia Noise se firmou como uma vitrine para bandas goianas e nacionais, reunindo diferentes estilos, do punk ao indie, do hardcore à MPB. Ao acompanhar essas iniciativas, o g1 também mostrou que a identidade musical de Goiás vai além do sertanejo e é marcada pela diversidade de artistas, festivais e movimentos culturais. Festival Vaca Amarela terá Bonde do Rolê e mais 45 bandas, em Goiânia Fé e tradição Romaria a Nossa Senhora D'Abadia de Muquém de 2022, em Niquelândia, Goiás Reprodução/TV Anhanguera Fiéis participam da Romaria de Muquém, a mais antiga de Goiás A fé também ajudou a contar a história de Goiás nas páginas do g1. As reportagens acompanharam algumas das maiores manifestações religiosas do estado, mostrando tradições que mobilizam milhões de pessoas e movimentam cidades inteiras. Entre elas está a Romaria do Divino Pai Eterno, em Trindade, considerada uma das maiores peregrinações do país. Ano após ano, o portal registrou a caminhada dos romeiros, a chegada de fiéis de diferentes estados, a preparação da cidade para receber os visitantes e os momentos que marcaram a celebração. Outra tradição retratada foi a Romaria de Muquém, em Niquelândia, considerada a mais antiga de Goiás. Há mais de dois séculos, milhares de devotos percorrem quase 50 quilômetros pela GO-237, conhecida como Rodovia da Fé, até o Santuário de Nossa Senhora da Abadia, mantendo viva uma das manifestações religiosas mais tradicionais do estado. Congresso Espírita de Goiás conta com painéis, rodas de conversa e apresentações artísticas; veja programação 41º Congresso Espírita do Estado de Goiás — Fotos: Arquivo/Federação Espírita do Estado de Goiás A cobertura também mostrou como Goiás reúne diferentes formas de vivenciar a fé. O g1 acompanhou encontros que reúnem milhares de participantes, como o Radicais Livres, conferência promovida pela Igreja Videira em Goiânia, que combina música gospel, pregações e atividades voltadas ao público jovem. O portal também destacou o Congresso Espírita de Goiás, que reúne estudiosos, palestrantes e participantes de diversas regiões do país em uma programação com debates, rodas de conversa, apresentações artísticas e atividades para toda a família. Ao registrar essas diferentes manifestações, o g1 revelou um estado em que a religiosidade se expressa de muitas formas e faz parte da identidade cultural de diferentes comunidades. Romaria do Divino Pai Eterno 2026 Reprodução/TV Anhanguera Sabores de Goiás Pamonha se torna patrimônio cultural imaterial de Goiás Reprodução/TV Globo Pamonha se torna patrimônio cultural imaterial goiano; saiba motivo A culinária goiana também ganhou destaque nas páginas do g1. Ao longo dos anos, as reportagens resgataram receitas tradicionais, mostraram modos de preparo passados entre gerações e apresentaram ingredientes que ajudam a contar a história do estado. No quadro Jornal do Campo, telespectadores aprenderam a preparar pratos típicos como o empadão goiano com guariroba, uma das receitas mais tradicionais da cozinha regional. Feitas por famílias do interior e compartilhadas por cozinheiros e produtores rurais, essas receitas preservam tradições que continuam presentes na mesa dos goianos. Pequis sem espinhos são produzidos em Goiás Reprodução/TV Anhanguera Pesquisadores selecionam novas variedades de pequi sem espinhos Os sabores de Goiás também passaram pelos ingredientes que se tornaram símbolos da identidade regional. O g1 acompanhou pesquisas que resultaram em novas variedades de pequi, incluindo frutos sem espinhos, fruto de mais de duas décadas de estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rura(Emater). As reportagens mostraram como a ciência tem contribuído para ampliar a produção e incentivar o cultivo de um dos ingredientes mais emblemáticos da culinária goiana. Outro símbolo reconhecido oficialmente foi a pamonha. O portal acompanhou a sanção da lei que transformou o prato em patrimônio cultural imaterial de Goiás e mostrou como a tradição das "pamonhadas" reúne famílias e amigos em torno do preparo da receita, fortalecendo laços que passam de geração em geração. Aprenda como fazer o tradicional 'Empadão Goiano com Guariroba Mais do que apresentar receitas, a cobertura revelou como a gastronomia também faz parte da cultura e da economia goianas. Das cozinhas rurais aos restaurantes especializados em comida regional, o g1 mostrou que sabores como o pequi, a guariroba, a pamonha e o empadão ajudaram a construir uma identidade reconhecida dentro e fora do estado, preservando tradições e despertando a curiosidade de quem visita Goiás. Empadão goiano como fazer preparar receita do Prato do Dia Goiânia, Goiás Reprodução/TV Anhanguera Um estado contado por muitas histórias Ao longo desses 15 anos, o g1 acompanhou mudanças que ajudaram a ampliar a imagem de Goiás. A Chapada dos Veadeiros ganhou projeção como destino de natureza e cultura, a música sertaneja consolidou o estado como um dos principais polos do país, as romarias continuaram mobilizando milhões de fiéis, a culinária regional passou a ser valorizada e histórias de goianos inspiraram leitores dentro e fora do estado. São reportagens que registraram um Goiás visto por diferentes perspectivas e ajudam a entender como o estado passou a ser conhecido por muito mais do que os rótulos que marcaram sua história. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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